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Técnicas de venda

Gazela ou Leão

by Fabricio on May 25, 2006

Na África, todas manhãs, uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.

Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.

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Sempre entregue dois cartões de visita

by Fabricio on May 3, 2006

Meu padrinho de casamento acaba de enviar um e-mail com uma sugestão que achei simplesmente genial. Simples, porém absurdamente eficiente. Deixo que ele explique com as próprias palavras:

Esta semana, aprendi um truque simples mas eficiente. Funciona assim: depois de conversar com alguém que se interessou pelo que você faz/vende, ao entregar seu cartão de visitas, não entregue apenas um - entregue dois. Peça para a pessoa entregar o cartão extra para um amigo, colega, familiar ou conhecido que também possa se beneficiar daquilo que você faz/vende.

A pessoa que me ensinou o truque jura que mais de 80% dos seus negócios hoje surgem do boca a boca e que o truque do cartão extra certamente provoca uma boa parte desse movimento.

Não é uma excelente idéia fazer seus clientes prospectarem por você?

Atenciosamente,
Harry G. Fockink

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Multiplicando bem-estar

by Fabricio on October 24, 2005

É com muita satisfação que anuncio o lançamento do meu novo livro: “Multiplicando Bem-Estar - Como desenvolver sua própria distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária”. Indicado para qualquer empreendedor interessado em investir de R$ 500 a R$ 10.000 na abertura de um negócio internacional, flexível e abrangente.

Multiplicando Bem-Estar será comercializado nas principais livrarias do Brasil a partir de 20 de novembro e eu ficarei muito feliz de recebê-los para um brinde na Saraiva Mega Store do Shopping Ibirapuera (São Paulo), com data a confirmar.

Como muitos de vocês sabem, minha especialidade é Vendas Diretas na modalidade de Marketing Multinível e este é o meu terceiro livro. Também sou diretor da Chance Network, consultor da DirectBiz, conselheiro da Revista VENCER! e membro do Comitê de Relações Acadêmicas da ABEVD - Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas.

Sempre me irritam as mensagens promocionais à base de SPAM, enviadas por amadores que sequer entendem do que se trata, promovendo “oportunidades” questionáveis, de uma forma abusiva e infantil. Por favor, isso nada tem a ver com essa indústria de US$ 90 bilhões no mundo, muito menos com a carreira que escolhi há 12 anos pra mim. Tem a ver, sim, com a característica humana, identificada na maioria das pessoas, de preferir buscar atalhos e acreditar em ilusões que não se sustentam, a arregaçar as mangas para construir o próprio futuro. Os empreendedores de verdade sabem separar as coisas (e por isso têm sucesso enquanto os outros fracassam).

Em nenhum negócio do mundo existe dinheiro fácil! O que sempre existe é trabalho duro e recompensa. A diferença está no tipo de recompensa que se obtém, quando o seu trabalho é bem feito.

Multiplicando Bem-Estar explica o tipo de recompensa exponencial que se pode obter através do desenvolvimento (profissional) de uma distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária. Trata-se de um passo além da franquia (com menos risco, menos investimento e maior potencial de retorno). É trabalhoso e pode levar alguns anos (de 2 a 5 é a média), mas o resultado é incomparável com qualquer outro negócio (renda residual progressiva).

Multiplicando Bem-Estar passa pela decisão de fazer algo diferente e atravessa as três fases do negócio, como Distribuidor, Qualificado e Top (quem divulga essas “promessas milagrosas” não consegue passar da condição de Distribuidor porque não entende de negócios, liderança, vendas, finanças, satisfação de clientes, imagem etc). Portanto, seja qual for o seu grau de conhecimento, encontrará dicas preciosas.

O livro se destina às pessoas que conseguem deixar o preconceito de lado e pesquisar uma fonte confiável sobre o assunto. Afinal, por trás desse incômodo causado pelos “propagadores de correntes fraudulentas”, existe uma indústria seríssima, próspera em todo o mundo, e muita gente boa ganhando rios de dinheiro. As maiores companhias de cosméticos e suplementos nutricionais do mundo escolheram esse canal de vendas porque sabem que é muito poderoso.

Estou totalmente aberto a debater sobre o assunto e ajudar a desmistificar o que vocês, formadores de opinião, conhecem sobre Marketing Multinível.

Somente com informação de qualidade conseguiremos colocar os fraudadores na cadeia e acabar com essa ilusão de dinheiro fácil sem sair de casa.

Um grande abraço,

–Sergio Buaiz

http://www.chance.com.br/mbe

SERGIO BUAIZ - Publicitário, escritor, consultor e conferencista. Diretor da Chance Network, conselheiro da Revista VENCER!, autor dos livros “Multiplicando Bem-Estar”, “Pai-Líder” e “A Fórmula da Liderança”.

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O rico mercado dos pobres

by Fabricio on October 24, 2005

C. K. Prahalad, professor de Estratégia Corporativa na Escola de Negócios da Universidade de Michigan, vem trabalhando, nos últimos anos, numa tese de que o mercado dos pobres deve ser explorado para o bem da humanidade. O seu mais novo livro, “The Fortune in the Bottom of the Pyramid: Eradicating Poverty through Profits”, indica que não somente as empresas podem fazer dinheiro vendendo aos pobres, “mas devem sentir-se obrigadas a empreender tal esforço para diminuir a distância entre países ricos e pobres.” Prahalad vê nos pobres um mercado potencial de 4 bilhões de pessoas que poderão ser 6 bilhões nos próximos 40 anos.

Sua tese se baseia na realidade de que, tomados em seu conjunto, nações em desenvolvimento, como China, Índia, Brasil, México, Rússia, Indonésia, Turquia, África do Sul e Tailândia, têm mais PIB, em Paridade de Poder de Compra, (Purchasing Power Parity) que o Japão, a Alemanha, a França, o Reino Unido e a Itália. A base da pirâmide para Prahalad é a maior oportunidade de mercado na história do comércio mundial.

Um ponto central do livro é que o esforço para ajudar os mais pobres pode revelar-se um sucesso em diferentes países e em diferentes setores da economia. Constituem uma exceção os países cujo sistema jurídico seja muito precário como Somália e o Congo, por exemplo, e os que têm apenas e tão somente indústrias mais básicas, como as de extração.

O lucro, diz o autor não é o único objetivo para as empresas atuarem mais firmemente nos mercados pobres. A criação de empregos, a luta contra a exclusão social, a atuação para melhorar o caos político, o terrorismo e a degradação ambiental, são motivos suficientes para uma empresa agir nessas regiões. Essas condições geram instabilidade e violência que afetam os países de primeiro mundo e os próprios ricos.

A estratégia para trabalhar nesses mercados, ressalta o Prof. Prahalad, não é simples. Talvez esta seja uma das maiores razões pelas quais as grandes empresas não tentaram colocar seus produtos para as grandes massas das pessoas pobres. Quem é pobre geralmente vive em zonas rurais e faz parte de uma economia informal, o que exige uma estratégia e uma abordagem de mercado totalmente diferente da utilizada em mercados convencionais urbanos.

No livro ele dá alguns exemplos: Em Bangladesh, algumas empresas fazem um bom negócio alugando telefones celulares por minuto. Em Kerala, Índia, imagens de satélite dos cardumes são descarregadas em PCs nas cidades, lidas e interpretadas por mulheres que indicam seguidamente aos seus cônjuges onde pescar. Por seu lado, os homens, após um dia de pesca, utilizam os seus telefones celulares para rever os preços de vários portos da costa e obter a melhor oferta pela sua mercadoria.

Para Prahalad, estes exemplos são provas que há soluções de mercado para o problema da pobreza. A tarefa para as grandes empresas, diz ele, é romper com a lógica dominante que vê os pobres do mundo como uma distorção que deve ser corrigida por governos e apoiada por organizações sem fins lucrativos.

O resultado do esforço em atender esse “novo mercado”, não somente será rentável para grandes empresas e consumidores, mas poderia também ser uma grande solução para os sérios problemas políticos e ambientais dos países em desenvolvimento e do mundo moderno.

Há alguns exemplos de empresas que têm um enorme sucesso no mercado de pessoas de baixa renda. Administradoras de cartões de crédito que tiram do pobre a angústia e o constrangimento de ter que fazer cadastro em todas as lojas. Bancos que fazem pequenos empréstimos que resolvem problemas pontuais simples para uma família de baixa renda. Lojas e centros comerciais voltados exclusivamente a produtos populares que atendem a uma demanda concreta por produtos com características mais simples e com boa qualidade. Agências de viagem especializadas em turismo para pessoas de baixa renda. São inúmeros os exemplos de empresários que descobriram formas de empresariar levando em consideração as necessidades concretas do mercado dos pobres. Muitos chamarão esses empresários de exploradores de pobres. Mas a verdade é que se eles não existissem os pobres continuariam relegados à marginalidade do mercado.

E todas as pesquisas provam que o pobre paga suas contas em dia. Quem não paga é a classe média e alta. O pobre dá um extremo valor ao seu crédito e ao seu nome, um dos ou senão o seu maior e único patrimônio.

–Prof. Marins

Pense nisso. Sucesso!

Publicado em 03/07/2005

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Pai Rico, Pai Pobre

by Fabricio on October 16, 2005


Livro “Pai Rico, Pai Pobre”

Se você quer saber como ficar rico e continuar rico, leia este livro! Aprenda o que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro que a classe média e os pobres não ensinam!

“É excelente. Em algumas horas devorei o livro, passadas algumas semanas ainda estou aprendendo algo novo. Vale a pena descobrir o que anda errado com você e o poder que você mesmo tem para mudar a sua história. O conteúdo é inigualável”
–Adna Teixeira, Brasília, DF.

“Sensacional livro. Toda pessoa que deseja um futuro econômico e financeiro auspicioso o deve ler e comprar para seus filhos. Já o recomendei a mais de dez amigos.Imperdível!!!”
–Daniel Gustavo C. Coulomb, Rio de Janeiro, RJ.

“A série de finanças pessoais “Pai Rico, Pai Pobre” acaba de atingir a marca dos 200 mil exemplares vendidos.”
–Folha de S.Paulo, Caderno Dinheiro, 9/4/2002

Saia da “Corrida dos Ratos”!

Se você observar a vida das pessoas de instrução média, trabalhadoras, você verá uma trajetória semelhante.

A criança nasce e vai para a escola. Os pais se orgulham porque o filho se destaca, tira notas boas e consegue entrar na faculdade. O filho se forma e, então, faz exatamente o que estava determinado: procura um emprego.

O filho começa a ganhar dinheiro, chega um monte de cartões de crédito e começam as compras. Com dinheiro para torrar, o filho vai aos mesmos lugares aonde vão os jovens, conhece alguém, namora e, às vezes, casa.

A vida é então maravilhosa, marido e mulher trabalham: dois salários são uma benção. Eles se sentem bem-sucedidos, seu futuro é brilhante, e eles decidem comprar uma casa, um carro, uma televisão, tirar férias e ter filhos. A necessidade de dinheiro é imensa!

O feliz casal conclui que suas carreiras são de maior importância e começa a trabalhar, cada vez mais, para conseguir promoções e aumentos. A renda aumenta e vem outro filho… e a necessidade de uma casa maior. Eles trabalham ainda mais arduamente, tornam-se funcionários melhores. Voltam a estudar para obter especialização e ganhar mais dinheiro. Talvez arrumem mais um emprego.

Suas rendas crescem, mas a alíquota do imposto de renda, o imposto predial da casa maior e outros impostos também crescem. Eles olham para aquele contracheque alto e se perguntam: para onde todo esse dinheiro vai?

O feliz casal está agora preso na armadilha da “Corrida dos Ratos” pelo resto de seus dias. Eles trabalham para os donos da empresa aonde trabalham, para o governo, quando pagam o impostos, e para o banco, quando pagam cartões de crédito e financiamentos. Trabalham e trabalham, mas não saem do lugar. Esta é a “Corrida dos Ratos”. (trecho adaptado do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

Se você se identificou com algum trecho desta história e deseja mudar, sair da “Corrida dos Ratos”, é preciso adquirir proficiência financeira: a maioria das pessoas passa anos na escola e nunca aprende nada sobre dinheiro. O livro “Pai Rico, Pai Pobre” é o seu primeiro passo para sair da “Corrida dos Ratos”.


Capa do Livro “Pai Rico, Pai Pobre” da Editora Campus.

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Por que o título “Pai Rico, Pai Pobre”?

Narrado em primeira pessoa na maior parte do tempo, o livro “Pai Rico, Pai Pobre” conta a história do próprio autor: Robert Kiyosaki.

Ele nasceu no Havaí nos anos 50. Aos 9 anos foi vítima de um choque econômico-cultural respeitável. Seu ‘pai pobre’ (o pai biológico, um professor universitário) o estimulava a seguir caminhos conhecidos. Estudar muito, tirar boas notas, conseguir um bom emprego numa grande corporação e garantir segurança.

Seu ‘pai rico’ (na verdade o pai de seu melhor amigo) era o oposto. Um homem sem formação acadêmica, sem cultura formal, rude e básico. No entanto, com um profundo tino para os negócios, ensinou ao jovem Kiyosaki as regras de funcionamento do dinheiro. Seguindo os conselhos do ‘pai rico’, hoje Kiyosaki é milionário. (trecho adaptado da Revista Exame).

Como o Livro é dividido?

O livro é composto de 10 capítulos. São eles:

Lições

Capítulo Um: Pai rico, pai pobre
Capítulo Dois: Lição 1 - Os ricos não trabalham pelo dinheiro
Capítulo Três: Lição 2 - Para que alfabetização financeira?
Capítulo Quatro: Lição 3 - Cuide de seus negócios
Capítulo Cinco: Lição 4 - A história dos Impostos
Capítulo Seis: Lição 5 - Os ricos inventam dinheiro
Capítulo Sete: Lição 6 - Trabalhe para aprender, não trabalhe pelo dinheiro

Início

Capítulo Oito: Como superar obstáculos
Capítulo Nove: Em ação
Capítulo Dez: Ainda quer mais?
Conclusão: Como pagar a faculdade dos filhos com apenas US$ 7.000

Resumindo, por que ler “Pai Rico, Pai Pobre”?
  • É o ponto de partida para quem quer controlar o seu futuro financeiro.
  • Não é um livro comum sobre dinheiro.
  • A leitura é fácil e divertida.
  • É um best-seller nas listas de livros mais vendidos do Wall Street Journal, New York Times, Business Week.
  • No Brasil, já vendeu mais de 200 mil exemplares.

Sobre este texto: uma Garantia

Sou formado em administração de empresas e um entusiasta do livro “Pai Rico, Pai Pobre”. O livro teve impacto significativo nas minhas escolhas profissionais. Sempre recomendo o livro para amigos, colegas e conhecidos.

É muito recompensador ouvir dos mesmos amigos, colegas e conhecidos para quem indiquei o livro uma mensagem de agradecimento, contando que o livro trouxe influências positivas nas suas respectivas decisões sobre dinheiro. Por esse motivo, resolvi escrever este texto e criar o site AmigoRico. Acredito que assim será possível indicar o livro para um número expressivamente maior de pessoas.

Marcelo Junqueira Angulo, marcelo.angulo@amigorico.org

O que eu devo fazer para começar?

Não adie suas decisões. Comece a agir hoje mesmo!

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Leia mais sobre cada um dos livros da coleção Pai Rico Pai Pobre:



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Conheça também outros livros indicados por Robert Kiyosaki, autor da série ‘Pai Rico, Pai Pobre’.


Vendedor Rico
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Guia Valor Econômico de Finanças Pessoais
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Envie sugestões e comentários sobre este texto.

O conteúdo desta página foi escrito por Marcelo Junqueira Angulo, criador do site AmigoRico.Org.

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Alavancando o Capital com Consórcios

by Fabricio on October 16, 2005

Por Fabrício Stefani Peruzzo, 14 de junho de 2005.

Este texto é uma atualização do artigo “Alavancando o Capital com Consórcios”, escrito em 2003 e atualizado posteriormente em 2004. Contém toda a informação dos artigos anteriores, atualizado com as últimas novidades sobre o mercado de consórcios. Toda informação do texto abaixo se refere aos consórcios de imóveis da Rodobens, pelos motivos expostos no decorrer do texto.

  • TEXTO ORIGINAL DE 2003: Neste ponto é necessária uma explicação: não trabalho para a Rodobens, nem ganho nada deles para escrever este texto. Não falo por eles nem tenho autorização de representá-los ou de defendê-los. Apenas conto minha experiência pessoal com os consórcios deles, além da experiência de amigos que desejaram colaborar com este texto.

  • ATUALIZAÇÃO 24/11/2004: Desde esta data, me tornei sócio de uma representação da Rodobens. Estou cuidando pessoalmente do atendimento dos amigos que desejam adquirir consórcios como investimento de acordo com o explicado abaixo no artigo. Envie e-mail para fabricio (a) megacombo.com.br.
  • ATUALIZAÇÃO 06/06/2005: A partir deste mês deixei de ser sócio da representação da Rodobens de que participava. Abri minha própria representação da Rodobens, a Megacombo. Continuo cuidando pessoalmente do atendimento dos amigos que desejam adquirir consórcios como investimento de acordo com o explicado abaixo no artigo, agora de forma ainda mais completa e profissional. Envie e-mail para fabricio (a) megacombo.com.br.

Tenho experiência com os consórcios da Rodobens, dos quais eu participo ativamente desde abril de 2002. Porque os consórcios da Rodobens? Além de serem uma empresa sólida, que gerencia os consórcios do Unibanco e da Ford, entre outros, e atuarem em todo o Brasil, eles ainda tem uma forma de lance diferente do lance tradicional, chamada lance fixo, que equivale a 36 prestações (no caso do plano de 120 meses, que são os que participo). Pelo acompanhamento que fiz nos últimos anos, menos da metade dos participantes utilizam os lances fixos, proporcionando uma chance muito maior de sermos contemplados. Desde novembro de 2004 a Rodobens criou um novo plano de consórcios, incluindo uma nova forma de contemplação por lance fixo de 24 antecipações. Adiante no artigo eu explico por que isso é bom e como podemos nos beneficiar disso.
Lances livres, o lance tradicional dos consórcios, também funcionam bem, mas somente se tivermos o dinheiro do lance e nosso objetivo for comprar um imóvel. Mas comprar imóveis não é a melhor forma de usar os consórcios para alavancar nosso dinheiro…

A melhor forma de usar os consórcios é para nos capitalizarmos rapidamente.

Vejamos como funciona, de forma resumida.

Compramos um consórcio, damos lance fixo todos os meses até sermos contemplados (vale a pena por até um ano, em média, por dois anos no máximo), somos contemplados, vendemos com ágio.

Fácil? Sim. Funciona? Sim. Vamos aos detalhes? Sim.

O básico é o seguinte: muita gente não acredita no que não conhece. Então, a primeira coisa é entender que consórcios contemplados podem ser vendidos com ágio, facilmente. E com ágios bastante altos em alguns casos. Porque? Simples, o consórcio possui muito menos burocracia para liberar o crédito do que um financiamento qualquer. E ainda é muito mais barato. Qualquer um pode comprar uma carta contemplada. É muito fácil vender uma carta de crédito contemplada, mesmo com um ágio alto por esse motivo. Isso é válido para consórcios de imóveis. O motivo para isso é simples: faltam alternativas de crédito para financiamento de imóveis. E as alternativas disponíveis, além de cobrar juros altíssimos, são cheias de burocracia para serem obtidas. Além de tudo isso, a Rodobens ainda tem uma grande vantagem em relação às outras administradoras de consórcio, que é o fato de não exigirem comprovação de renda por parte de quem vai utilizar o crédito.

Exemplos.

Vejamos um exemplo prático, ocorrido em 2002 com uma amiga de muita sorte: Ela entrou em um consórcio e foi sorteada “na cabeça” logo no segundo mês. Havia pago aproximadamente R$ 1.000 para um crédito de R$ 35.000. Vendeu a carta de crédito contemplada por R$ 10.000, tendo um lucro líquido de R$ 9.000. Está certo que isto exigiu a sorte dela ganhar por sorteio simples, no número exato da cota dela. Mas isso pode acontecer com qualquer um. Em três anos investindo em consórcios, já fui contemplado 4 vezes “na cabeça”.

Eu não tenho a mesma sorte dela, mas sabendo como funciona o investimento, eu mantenho a regularidade. Faço consórcios de R$ 35.000, com prestação mensal de R$ 400 (as 5 primeiras prestações são um pouco maiores, de R$ 540). Sempre dou lance fixo e regularmente um ou dois são contemplados. Nestes casos, como é por lance fixo, tenho que pagar as 36 prestações do lance. Dá uns R$ 10.500 (mais detalhes sobre o porquê desse valor podem ser obtidos analisando a tabela das prestações), mais uns R$ 3.100 que é a soma do que pagaria mensalmente até ser sorteado, por exemplo, no sexto mês. No total então investi R$ 13.600 em seis meses. Vendo a carta contemplada por R$ 16.000 e ganho R$ 2.500 de lucro. Nesse momento o consórcio deixa de ser meu, completamente. Quem comprou a carta assume as prestações restantes e o consórcio passa para o nome dele. Retiro meu investimento inicial e passo a operar apenas com o lucro. Fabriquei R$ 2.500 e usarei esse dinheiro para iniciar outro consórcio, com a garantia de ter o dinheiro para pagar as prestações por bastante tempo (neste caso, com o lucro de R$ 2.500 mais o valor que recuperei dos 6 meses que já havia pago tenho um ano inteiro garantido). Poderia ganhar ainda mais do que R$ 2.500, mas minha estratégia é vender rápido. Geralmente vendo em menos de uma ou duas semanas. Se esperasse mais, até aparecer um comprador mais “desesperado”, poderia conseguir um valor maior, até próximo de R$ 4.000.

E se eu não tivesse o capital para pagar o lance fixo?

Isso é uma coisa que sempre nos passa pela cabeça. Para se ganhar dinheiro, é preciso ter dinheiro. Mas não ter dinheiro para o lance fixo não é problema algum. No mundo dos investimentos, um investidor ajuda o outro e todos ganham. Os investidores do mercado de consórcios sabem o quanto é fácil vender uma carta contemplada. Por este motivo, é fácil achar um investidor que “banque” o valor do lance para nós e quando a carta for efetivamente vendida, divida o lucro conosco, donos da carta. Isto diminui o nosso lucro, mas possibilita que quem não tenha o dinheiro para o lance fixo ganhe também. Já aconteceu três vezes comigo, em contemplações que não tinha o dinheiro disponível para bancar o lance fixo. E já aconteceu a situação inversa em pelo menos quatro oportunidades, quando eu tinha um dinheiro guardado e ajudei um amigo “bancando” o lance vencedor dele. Siga lendo, que explico isso logo a seguir.

E se eu tiver mais dinheiro disponível?

Para quem tem mais dinheiro disponível, por exemplo uma poupança rendendo no banco ou um fundo de investimentos, é possível obter ganhos ainda maiores ajudando os que não tem o dinheiro para os lances fixos (bancando o lance fixo de pessoas que não têm esse dinheiro extra). No momento em que começamos a participar, todo um mundo de possibilidades se abre para nós.
Eu comecei com dois consórcios, há apenas três anos. Hoje tenho sete consórcios em andamento e já contemplei nove, seis com lance fixo e três por sorteio. O negócio, a partir de um certo momento, passa a operar com o próprio lucro obtido. Ou seja, tiramos o valor inicial que investimos e continuamos tendo dinheiro do próprio lucro para o pagamento de mais e mais prestações, por mais e mais tempo. É uma bola de neve que nunca para de crescer. Eu cheguei nesse ponto depois de dois anos investindo.

Além disso, podemos ajudar nossos amigos a ganhar junto. Eu tenho muitos amigos que até hoje me agradecem por ter explicado o funcionamento desse negócio para eles. Eles tinham o dinheiro disponível para pagar as prestações de um consórcio. Mas não teriam o suficiente para o lance fixo, se fosse necessário. Ajudando eles, acabo me ajudando, pois ao pagar o lance fixo deles, ganho junto na hora da venda. Quando todos ganhamos juntos, nada nos segura. Tenho amigos na Bahia que se juntaram para fazer o investimento em conjunto. Dessa forma, aumentaram as possibilidades deles e ao mesmo tempo diminuíram o investimento de cada um, pois tinham a chance de contemplar bem mais fácil por estarem fazendo vários consórcios ao mesmo tempo.

O que é preciso para começar logo?

Para começar é bastante simples. Só o que precisamos é ter a disponibilidade para pagar as prestações mensais do consórcio. É vantagem fazermos vários consórcios de menor valor do que um de valor mais alto (assim aumentamos a chance de um deles ser sorteado, tanto por lance fixo quanto por sorteio). Quando somos contemplados, após a venda da carta contemplada, basta fazer um ou dois (depende do ágio que conseguimos) novos consórcios, e assim por diante. Em poucos anos estamos com consórcios suficientes para garantir quase uma contemplação por mês. É uma bola de neve maravilhosa de ver rolando. Atualmente eu tenho uma contemplação a cada 3 ou 4 meses, em média.

Pouco antes de completar 2 anos do investimento, já passei a operar apenas com dinheiro ganho com os consórcios, já tendo retirado todo o dinheiro que investi no início. Da última vez que havia calculado, o dinheiro próprio que tinha aplicado em consórcios estava multiplicado nove vezes. Eram 800% de lucro em apenas 18 meses. Era mais de 530% de rendimento ao ano. Hoje, enquanto escrevo essas linhas, já não posso mais calcular meu lucro sobre o dinheiro aplicado. Já recuperei tudo o que havia aplicado e estou apenas com dinheiro “fabricado” no próprio investimento.

O poder da disciplina.

Outra grande vantagem dos consórcios é que eles servem para disciplinar as pessoas com pouca disciplina financeira. Em pouco tempo o valor acumulado com o pagamento das prestações se torna relativamente grande. Isto faz as pessoas se darem conta de quanto dinheiro elas jogavam fora sem saber exatamente onde.

Outra coisa interessante de se notar é a seguinte: possuir apenas um, ou possuir vários consórcios em andamento, possui a mesma complexidade. Tudo que precisamos fazer é pagar as prestações e quando contemplados autorizar a venda. O acompanhamento de quem foi contemplado é feito pessoalmente por mim e minha equipe, que também cuidamos da venda das cartas contempladas. Todo mês anunciamos as cartas que temos disponíveis em classificados de diversos jornais e também na Internet.

Se tivermos capital para um consórcio de R$ 140.000, por exemplo, é melhor dividirmos ele em quatro consórcios de R$ 35.000. Com isso, temos quatro vezes mais chances de ganhar por sorteio. Lembrando que não dependemos apenas do sorteio para ter lucro, mas se podemos aumentar nossas chances, porque não fazer? Claro que isso é válido para quem não alcançou ainda os degraus financeiros mais altos. Tenho amigos que possuem mais de 10 cartas simultâneas de 100.000 cada uma. Mas com o tempo, todos temos condições de chegar a esse patamar.

Liquidez e venda das cartas contempladas.

Sobre a liquidez das cartas, ou seja, em quanto tempo, depois de contempladas, conseguimos vender:

Pela minha experiência (de três anos, com nove consórcios já contemplados e vendidos), em três consórcios levei duas semanas para vender, em outros três, vendi em menos de uma semana. Outros três deles foram vendidos no dia seguinte à contemplação. Pode demorar mais, ou menos, dependendo de quanto ágio cobramos além do valor já pago nas prestações. Ou seja, se quisermos um lucro maior, pode demorar um pouco mais para conseguirmos vender. De toda forma, qualquer que seja o ágio, por menor que seja, ultrapassa com folga o rendimento de qualquer fundo de investimentos tradicional. Meus números confirmam minha estimativa de venda em uma semana ou no máximo em um mês. Tive clientes que demoraram até três meses para vender. Isso aconteceu por não terem entendido que o investimento nos consórcios tem que ser visto com olhos de estatístico. Nem sempre ganhamos em todas as cartas que investimos. Com certeza, nunca perdemos, mas nem sempre ganhamos. Agora, quando ganhamos, é lucro de verdade. É multiplicar diversas vezes o valor original investido. E quando olhamos o conjunto de consórcios que temos, aí sim notamos o quanto o investimento é bom. Por exemplo, se tivermos duas cartas que pagamos por 2 anos inteiros e contemplarmos as duas, sendo uma por lance fixo e uma por sorteio: na contemplada por sorteio, ganharemos uns R$ 5.000 de ágio (lembrando que temos 2 anos pagos). Na contemplada por lance fixo, conseguiremos apenas recuperar nosso dinheiro (talvez dê para ganhar uns R$ 500 ainda). O importante é que vendo as duas cartas em conjunto, o que ganhamos de lucro foi muita vezes mais do que ganharíamos se tivéssemos deixado esse dinheiro no banco. Em uma carta ganhamos pouco ou quase nada, mas no conjunto, ganhamos muito.

Quem faz a venda é a Megacombo e minha equipe. Eu cuido particularmente de cada um dos meus clientes. Cobramos uma pequena comissão nessas vendas, pois anunciamos em jornais, contamos com um cadastro de compradores e possuímos vendedores exclusivos para este tipo de carta. A comissão costuma variar entre R$ 200 e R$ 600 (uma boa fórmula para isso é calcular em 10% do ágio obtido). Eu preferia pagar esse valor e não me preocupar com mais nada do que ter que eu mesmo fazer minhas vendas. Agora que sou o dono do negócio, acabei eu mesmo cuidando disso. A venda se resume simplesmente na transferência do consórcio para o comprador. O comprador nos paga para ficar com nossa carta contemplada e as prestações passam para o nome dele. Embolsamos o valor que havíamos investido, mais o ágio (lucro), e podemos partir para um novo consórcio, geralmente com dinheiro mais que suficiente para “bancar” as prestações deste por um ano inteiro. Ou seja, geralmente, quando contemplamos uma carta e vendemos com ágio, temos condições de fazer outro consórcio para substituir o que vendemos (e para o qual temos dinheiro para pagar as prestações mensais), e mais um, que será pago com o lucro obtido com a carta contemplada que foi vendida.

Entendendo melhor essa história de lances fixos e livres…

Lance fixo é o diferencial que a Rodobens criou que permite que ganhemos tanto em pouco tempo. Eles estudaram os vários consórcios, e descobriram que para os de 120 meses, um lance de 36 prestações era suficiente para o grupo ter dinheiro para uma contemplação. Assim, eles criaram o lance fixo. São lances de 36 prestações. Quando tem o sorteio, o número sorteado é contemplado “na cabeça”, e o primeiro número seguinte (que deu lance fixo) é contemplado também. Acontece que pelo estudo que fizemos do histórico de lances nos grupos em que participamos, descobrimos que menos da metade dos participantes dão lance fixo. Com isso, a chance de sermos contemplados cresce enormemente, dependendo bem menos da sorte. Com o tempo, diminui o número de participantes que dá lances fixos. Pelos estudos do histórico dos consórcios descobrimos que dando lances fixos todo mês, geralmente em menos de dois anos conseguimos contemplar a carta, sendo a média, apenas um ano para a contemplação. Desde novembro de 2004 a Rodobens ampliou ainda mais esse conceito. Os novos grupos agora tem dois tipos de lance fixo, os que já existiam, de 36 prestações e um tipo novo, de 24 prestações. Com isso, muita gente que dava lance fixo de 36 prestações passaram a dar o de 24, tornando ainda mais fácil a contemplação.
O lance livre é um lance de um número qualquer de prestações. É o lance normal dos consórcios tradicionais. Quem der o maior, é contemplado. No início é difícil contemplar por lance livre, porque as pessoas que querem muito a carta para uso próprio (para comprar o imóvel) acabam dando lances muito altos para tentar contemplar. E lances muito altos acabam diminuindo ou até inviabilizando o ágio que podemos conseguir. Nunca dei lance livre em nenhum dos meus consórcios.

Riscos do negócio:

Como todo negócio, este também tem alguns riscos. Abaixo listamos alguns deles e possíveis saídas sem arriscarmos muito nosso capital:

  1. Podemos não ter dinheiro para pagar as prestações (perder o emprego, etc.). Este é o pior caso, na minha opinião. Neste caso, temos que vender o consórcio ainda não contemplado. Mas pouca gente vai querer pagar o que já pagamos, vão querer comprar com deságio. Se por exemplo pagamos oito prestações, teríamos que acabar vendendo pelo valor de cinco prestações ou até menos. A Megacombo ajuda nessa venda. Saímos no prejuízo, mas pelo menos não perdemos tudo. Este é o principal risco do negócio, mas só deve nos preocupar caso aconteça algo que exija dinheiro imediato. É semelhante ao risco de termos um imóvel e necessitarmos vender ele com urgência. Agora devemos notar que podemos nos beneficiar disto também, comprando consórcios de quem precisa vender, com deságio, e saindo no lucro desde o começo. Como isso é um “filé” do negócio, só é oferecido para os clientes com uma quantidade razoável de consórcios em andamento.

  2. Podemos não ser contemplados por lance fixo em dois anos ou menos. Neste caso, o valor do ágio vai diminuir se formos contemplados por lance fixo (por termos muitas prestações pagas e o valor pago se aproximar muito do valor da carta). Mas ainda podemos contar com a sorte e sermos contemplados por sorteio (podemos contar com isso por até quatro ou cinco anos, para ser financeiramente lucrativo). Outra forma, é acompanharmos o histórico de lances livres (vem impresso atrás do boleto) e descobrirmos que depois do segundo ano, os lances livres são mais raros e geralmente menores. Assim, podemos dar um lance livre menor que as 36 prestações do lance fixo, e ainda conseguir uma venda com ágio alto. De toda forma, depois de dois anos sem contemplar, paramos de dar lances fixos e esperamos ganhar por sorteio simples, até chegar no quinto ano.
  3. A pior situação é não sermos sorteados de forma alguma em até cinco anos, e os lances livres do grupo serem sempre altos e tudo o mais dar errado. Temos três estratégias de saída:
    1. Vender a carta com o menor deságio que conseguirmos e compensarmos a perda dessa com o lucro de outra carta. Afinal de contas, não se ganha todas.

    2. Continuar pagando até ser contemplado e usar o crédito para comprar um imóvel qualquer, para alugar ou vender.
    3. Sendo contemplado perto do fim, deixar o dinheiro rendendo (a Rodobens aplica o dinheiro enquanto não usamos a carta contemplada) e quando acabar o grupo (no final dos 120 meses) retirar o dinheiro (no fim do grupo, pode-se retirar o dinheiro mesmo sem comprar imóvel algum).

Enfim, pelo que já vivenciei do mercado e com as experiências de amigos, nunca vi acontecer algo do terceiro tipo de risco. Mas sei que pode acontecer, então é bom estarmos preparados para todas as alternativas. Já vi do segundo e as saídas foram através lance fixo e venda com um ágio menor. E já vi muito do primeiro caso, mas acontecendo sempre com gente que fez o consórcio sem saber se poderia ou não pagar as prestações mensais, ou que teve alguma eventualidade, um problema qualquer, por exemplo, perder o emprego.

Ganhamos sempre, de uma forma ou de outra, automaticamente.

Por isso os consórcios são tão interessantes. Se tiver lucro, tem MUITO lucro. Na baixíssima possibilidade de não ter lucro, o prejuízo se resume à falta de rendimento, o valor aplicado volta para nosso bolso. Lembrando sempre que isso só é válido para quem fica com os consórcios. Se for vender, antes de contemplar, certamente perderemos dinheiro, de 25% a até 50% do que investimos. Mas como venho fazendo isso há três anos, com muito sucesso, não estou preocupado. Já retirei TODO O DINHEIRO QUE INVESTI. E o negócio dos consórcios se mantém e cresce somente com dinheiro FABRICADO pela aplicação inicial (o valor máximo que já tive aplicado nisso foi de sete meses de pagamento das prestações de quatro consórcios).

Assim, vimos como usar os consórcios para ganhar bem mais que em outros investimentos financeiros, sem necessidade de conhecimento difícil. É como o Robert Kiyosaki (autor dos livros da série Pai Rico, Pai Pobre) fala, um plano automático, até chato algumas vezes, de aplicar o dinheiro e ver ele girar e crescer.

Porque as pessoas aceitam pagar um ágio tão alto?

Porque as pessoas compram as cartas contempladas e porque aceitam pagar um ágio tão alto por elas?

Quando alguém compra uma carta contemplada, paga um valor X por ela, e vai ficar pagando por vários anos as prestações. Quem compra está preocupado com duas coisas: ter dinheiro para pagar a entrada e se poderá pagar as prestações mensais posteriores. Geralmente são pessoas que não se qualificam para um financiamento imobiliário, ou porque não tem bem algum, ou porque não conseguem comprovar renda suficiente para terem o crédito aprovado. O consórcio não exige nada disso. A carta é liberada, o bem é alienado em nome da Rodobens e tudo que o comprador da carta precisa fazer é continuar pagando as prestações restantes. A quantidade de gente procurando por cartas contempladas é infinitamente maior que a quantidade de cartas no mercado.

Algumas considerações sobre o quanto cobrar de ágio.

Se por exemplo uma carta for de R$ 35.000 e já tivermos pago R$ 5.000 em prestações (aproximadamente um ano) e ainda estiver faltando nove anos de prestações, se vendermos essa carta por R$ 15.000, teremos um lucro de R$ 10.000. No mesmo caso, se já tivermos pago R$ 10.000 (dois anos pagando o consórcio) e vendermos ele contemplado pelos mesmos R$ 15.000, nosso lucro passará a ser de R$ 5.000 (ainda muito bom, comparando com a maioria dos fundos de investimento). Uma alternativa no segundo caso seria vender por mais de R$ 15.000, por exemplo, por R$ 18.000. Nesse caso, conseguiríamos um lucro mais próximo do primeiro, R$ 8.000.

O problema ocorre quando o valor a ser pago (a entrada) fica próximo do valor da carta (os R$ 35.000). Aí deixa de valer a pena para o comprador. Uma regra básica para fazer esse cálculo é que deixa de fazer sentido se o valor da entreda passar muito de 50% do valor do crédito a ser recebido. Então em uma carta de R$ 35.000, a coisa complica um pouco se o valor de venda for maior que R$ 17.500.

Para clarear, pagar R$ 10.000 mais R$ 400 mensais por 9 anos, ou pagar R$ 10.000 mais R$ 400 mensais por 8 anos, faz pouca diferença para quem compra. Nos dois casos, ele vai pagar R$ 10.000 e botar a mão em R$ 35.000 para comprar o bem que desejar. Se quem compra a carta a usa para comprar um JK, deixa de pagar R$ 400 mensais de aluguel e passa a pagar esse valor para o consórcio, ele efetivamente comprou o apartamento dele por R$ 10.000 da entrada mais o valor que ele já estava acostumado a pagar de aluguel. E dali a alguns anos (oito ou nove, no nosso exemplo), quando acabar as prestações do consórcio, ele será o dono do apartamento dele, quitado.

Devemos lembrar sempre que a preocupação de quem compra é saber se TEM COMO pagar. Pagar R$ 10.000 de “entrada” e R$ 400 por mês, para ter um crédito de R$ 35.000 é útil. Pagar R$ 25.000 de “entrada” e R$ 400 por mês para ter um crédito de apenas R$ 10.000 a mais deixa de ser útil.

Outras considerações importantes.

A Megacombo, mencionada no texto, é a representação da Rodobens de propriedade do autor, desde junho de 2005. A empresa está registrada e possui autorização da Rodobens para efetuar a venda de planos de consórcios. Além de vender planos de consórcio, presta o serviço de intermediação na venda de cartas contempladas. Faz isso para todo o Brasil, sem problema algum e sem burocracia. Para entrar em contato com o autor, estou cuidando pessoalmente do atendimento dos amigos que desejam adquirir consórcios como investimento de acordo com o explicado no artigo. Meu telefone para contato direto é (51) 9116-1410. Ou através de e-mail para fabricio (a) megacombo.com.br.

As técnicas de alavancagem de capital expostas neste artigo podem ser utilizadas em parte com outras administradoras de consórcios e outras empresas especializadas na compra e venda de cartas de consórcio em andamento. Isso, porém, exige amplo conhecimento do mercado e das opções disponíveis. Muitas opções mencionadas no texto são específicas para consórcios da Rodobens, não podendo ser usadas em consórcios de outras administradoras. O texto reflete a experiência do autor, não sendo garantia de lucro em todas as situações possíveis. Muito cuidado deve ser tomado com administradoras que exijam comprovação de renda para liberar o crédito, pois na maioria dos casos isso inviabiliza a venda da carta contemplada. A Rodobens não tem esse tipo de exigência.

Escrito por Fabrício Stefani Peruzzo

Atualizado em setembro de 2008.

Para entrar em contato com o autor:

Mande e-mail: moedacorrente (a) moedacorrente.com.br.

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