Quando você irá se aposentar?

by Fabricio Stefani Peruzzo on 31/07/2011

Estava descansando hoje a tarde… Mentira, estava DORMINDO hoje a tarde, depois de ter acordado cedo para ir visitar Alcatraz (e não ter visitado, pois não tem visitas este mês) e voltado para casa depois do almoço, quando, naqueles minutos entre o despertar e o levantar da cama, fiquei pensando na situação de um amigo e em algumas perguntas que gostaria de fazer a ele. Ainda deitado, pensei que estas perguntas, feitas de maneira mais genérica, poderiam render um texto interessante para os leitores do Moeda Corrente. Então levantei da cama, porque sábado, assim como qualquer outro dia na vida de um empreendedor é dia de trabalhar, e aqui estou com a primeira pergunta:

Quando você irá se aposentar?

Pensei em fazer especificamente esta pergunta, porque este amigo tem vontade de ser empreendedor, em ter um negócio próprio, em montar uma empresa, mas a impressão que tenho sobre isso é de que na verdade o que ele procura é apenas um atalho para “como conseguir ganhar dinheiro suficiente para me aposentar e poder realmente fazer o que desejo”.

Entre dizer que deseja algo e realmente dar os passos necessários para atingir este objetivo, há uma grande diferença. No caso específico deste amigo, falo da “vontade” de ter um negócio próprio. O que vejo de fora nesta situação, com os olhos da experiência de quem já fez o que é necessário para viver de suas próprias habilidades empreendedoras, é uma certa romantização do empreendedorismo, da mesma forma que aspirantes a escritor romantizam como seria a vida e o dia a dia dos grandes escritores. A realidade normalmente é bem diferente do que imaginamos 🙂

E na questão prática, na realidade de empreender pode haver muito que talvez tenhamos que abrir mão, como certos confortos materiais, certos hábitos estabelecidos ao longo dos anos, certas garantias e seguranças já conquistadas. Por exemplo, um funcionário público com garantia vitalícia de emprego abriria mão disso para ter tempo para montar seu próprio negócio, com todos os riscos de não dar certo? Ou o funcionário estável em uma grande empresa, com a carreira em construção, abriria mão de sua trajetória profissional já traçada para realizar o sonho de viver de música?

Eu sonho em ter meu próprio negócio, mas não posso largar meu emprego para perseguir este objetivo, porque senão, não teria como manter o padrão de vida que já estou acostumado, teria que morar em uma casa menor, viajar menos, talvez vender o carro…

— Discurso de um “funcionário”.

Esta pergunta, “quando você irá se aposentar?”, juntamente com a explicação que a segue, visa sacudir um pouco a mente, fazer pensar “vem cá, é isto mesmo que você deseja? Porque se é, você precisa dar os passos necessários. E se não é, tem que parar de perder tempo pensando neste assunto! Ou c*** ou desocupa a moita!”

Porque sempre há os paliativos, aquilo que fazemos para aplacar a ânsia que nos consome. Você sonha em viver de música, mas como não acha que isso seja realista, então monta uma bandinha para tocar para os amigos nos fins de semana. Para cada paixão que poderia ser uma carreira, existe um paliativo que pode nos manter na vidinha chata que estamos acostumados em prol de “uma profissão estável e que pague as contas”. Então, se você não vai dar o passo necessário para conquistar o que realmente deseja para sua vida, assuma isso de vez, arranje um paliativo que lhe traga alguma alegria na rotina diária e viva o resto da sua vida neste equilíbrio entre trabalho chato e um pouquinho de prazer de vez em quando. Afinal, somente você é responsável por suas escolhas e suas consequências.

Quando você irá se aposentar: receita básica.

1. Defina quanto você precisa para se aposentar. Por exemplo, 2 milhões de dólares.

2. Verifique o quanto você já tem de patrimônio investido. Sua casa e seu carro não entram nesta conta, a não ser que sua “aposentadoria” envolva vendê-los. Vai que você deseje passar o resto de seus dias na beira da praia, acordando cedo para pescar, surfar, tomar um sol… Ou talvez você sonhe em viver em um sítio, com plantas e bichos ao seu redor… Ou ainda, sonhe em viver viajando, morando em hotéis ao redor do mundo. O sonho é seu, verifique seu patrimônio atual de acordo com seus objetivos.

3. Determine a quantia mensal que você dedica à sua pilha de investimentos.

4. Analise o seu histórico pessoal de resultados, seus investimentos nos últimos dois ou três anos, e determine realisticamente o quanto você consegue fazer seu patrimônio render com seus investimentos.

5. Coloque tudo em uma planilha, e, com o que você já tem, com o que você consegue investir mensalmente e com o quanto você consegue fazer esse patrimônio render, calcule o tempo que irá levar para você atingir o valor definido como “patrimônio de aposentadoria” no item 1 desta lista. Aproveite este momento para reavaliar este valor, baseado no seu custo de vida e no quanto você consegue fazer seu patrimônio crescer de forma automática, para que você possa manter o patrimônio com o poder de compra acima da inflação enquanto gasta parte dos rendimentos para viver.

Fazendo isso, temos um fantástico exercício para mostrar que somente investindo “o que sobra”, você provavelmente não vai se aposentar muito cedo. E levando em conta que sem estar no topo de uma montanha procurando uma mina de prata, ou cavando o chão tentando achar petróleo você provavelmente também não ganhará na loteria ou terá dinheiro caindo do céu direto em seu bolso, lanço então a seguinte pergunta:

Você quer realmente enriquecer e atingir a independência financeira? Está disposto a abrir mão do conforto atual em busca deste objetivo?

O problema que vejo com a maioria das pessoas que dizem desejar enriquecer, é que falam isso meio que da boca para fora, sem realmente parar para pensar o que é necessário fazer para realmente conseguir este objetivo. São pessoas que veem outras que já chegaram lá, que já conquistaram sua própria independência financeira, e tentam imitar o pouco que conseguem ver, sem se interessar pela história por trás das aparências, sem perguntar como foi que conseguiram chegar lá, quando isto custou em tempo e trabalho duro. São pessoas que descobrem que determinada pessoa formou sua fortuna investindo em ações, e começam a investir em ações elas mesmas, sem ao menos se perguntar que estratégia de investimento seu “guru” usou para chegar lá, o quanto estudou para atingir certa competência nos resultados, ou com que golpe de sorte eventualmente contou para obter resultados fora da média das outras pessoas. Sim, existem casos de gente que recebe a sorte grande, para quem dinheiro cai do céu, mas a grande maioria dos milionários que não estão nos jornais se fez por conta própria, ao custo de muito trabalho e dedicação, normalmente, buscando ardentemente conquistar não o dinheiro propriamente dito, mas alguma coisa que para si era mais importante que uma vida simplesmente confortável.

Neste grupo estão artistas que contra todas as probabilidades, decidiram viver de música, mesmo que nos primeiros dez ou quinze anos da “carreira” tivessem que trabalhar como garçons para ganhar um dinheiro extra para pagar as contas. São empreendedores que em busca da construção de seu negócio próprio eventualmente passaram alguns anos sem tirar férias, sem feriados e sem fins de semana, sem horários fixos de trabalho, este último, no sentido de que não tinham hora para sair, porque para chegar, sempre foram os primeiros. Depois que atingem o sucesso financeiro, depois que podem relaxar um pouco e viver do que construíram, a maioria das pessoas só enxerga isso, o resultado, sem sequer fazer idéia do que custou chegar lá.

Como conseguir enxergar a realidade?

O primeiro passo para tentar enxergar a realidade, é se dar conta da existência dela. Depois disso, o que temos que fazer é simplesmente buscar a maior quantidade de exemplos possíveis, absorvendo-os um a um, de maneira a construir as relações mentais necessárias para que então possamos nós mesmos, começar a desenhar nosso próprio caminho.

Uma forma de fazer isso é através das biografias de pessoas que já conquistaram o que buscamos para nós. Por exemplo, para quem deseja se tornar escritor, aconselho fortemente ler o livro “On Writing” do Stephen King, assim como “Zen in the Art of Writing”, do Ray Bradbury, e ainda “Bird by Bird” da Anne Lamott. Para quem deseja ser empreendedor, um bom livro é “Sete Homens e os Impérios que Construiram”. Ou os livros do Richard Branson. Ou os do Donald Trump. Biografias contam não apenas o sucesso final, mas o caminho percorrido. São uma excelente fonte de informação para sabermos o que nos espera pela frente e não ficarmos sentados sonhando em obter os louros sem antes entregar o suor necessário.

Deixo então a pergunta final, não de quando você irá se aposentar, mas sim do que você deseja para sua vida? E o que você está fazendo por você mesmo para chegar lá? Vou adorar saber sobre seus sonhos e seus passos para a realização dos mesmos nos comentários.

{ 10 comments }

Fabio 31/07/2011 às 21:39

Pretendo, no mínimo, investir cerca de 1000 reais mensais no tesouro direto por 10 anos para conseguir no final cerca de mais de 200 mil reais. Claro que isso não vai fazer com que me aposente, mas posso usar pra investir em algo maior, por exemplo.

Fabricio Stefani Peruzzo 01/08/2011 às 01:05

Oi Fabio,

Porque não partir para um plano mais eficiente, como o que faço e descrevo em http://www.investimentoemimovel.com.br/invista-conosco ?

A diferença no plano de investimentos pode ser a diferença entre apenas conseguir uma boa quantia ou conseguir patrimônio suficiente para se aposentar.

Abraço.

André Crevilaro 01/08/2011 às 08:51

Grande Peruzzo!

Muito bom começar a segunda-feira com um texto tão inspirador! Ele veio em hora e lugar certo.

Resumindo um pouco minha história:

Trabalhei durante 10 anos em um negócio de família, entre idas e voltas. Me casei e passei um ano na Nova Zelândia com minha esposa, foi um grande aprendizado em nossa vida. Investimos nos estudos dela e ela passou em um concurso público na Itaipu Binacional (esse trabalho é a sua verdadeira paixão e não apenas por estabilidade ou dinheiro.) Nesse meio tempo montamos um pequeno negócio, um brechó de roupas infantis: http://brechobacuri.blogspot.com/ que completou um ano agora, mas acabamos vendendo o negócio pois a minha esposa não poderia se dedicar ao negócio devido ao seu trabalho, eu até me mantive alguns meses no comando, mas aquilo não era o que eu queria fazer, então agora trabalho com carteira assinada em um agência que está me dando experiência de mercado só que a minha veia empreendedora está apenas adormecida esperando a hora de acordá-la e vai ser em breve! Já tenho traçado meu plano e objetivo de trabalhar por conta via home office no que eu amo e sei fazer: Criações – Design Gráfico – Internet e Webvideos. Essa é uma área que assim como a música gera uma certa instabilidade, mas sei dos riscos e estou me planejando para que na hora certa possa seguir o caminho que desejo. E este texto só me ajudou a fixar mais ainda no meu objetivo e quando estiver com o esquema em cima venho contar por aqui pra vocês!!

Obrigado e até mais!

Fabricio Stefani Peruzzo 01/08/2011 às 14:31

Oi André,

É bem isso, sempre em frente, mesmo que as vezes precisemos andar um pouco de lado, para estabilizar o rumo certo 🙂

Abraço.

Fabio Simão 02/08/2011 às 15:24

Acho engraçado a maneira como as pessoas vêem a carreira do músico. Sou músico profissional, trompetista na Orquestra do Teatro S.Pedro em SP (modéstia a parte..rsrs: orquestra de ópera que com apenas um ano de existência foi agraciada com o principal prêmio da música clássica concedido no país (http://www.premiocarlosgomes.com.br/)). Minha relação com minha carreira é, obviamente, diferente das dos demais colegas já que isso já deixou de ser um sonho para mim e se tornou uma conquista, mas a diferença está principalmente na intrigante relação que tenho com a idéia de ter um Hobbie.
Meu pai e meus dois irmãos atuam ou já atuaram na área financeira. Caminho que também seria o meu, não fosse minha teimosia extremada. Depois de um grande período de negação desta vocação hereditária passei a me interessar pelo assunto e hoje estou certo de que isso irá tomar um espaço cada vez maior na minha vida. Me incluo, talvez, no grupo dos que têm em mente ser empreendedor mas demoram muito pra dar algum passo neste sentido. O segundo problema é que não conheço um forma de fazer deste meu interesse secundário meu hobbie, já que normalmente área financeira=emprego, música=hobbie…
Adoro meu trabalho e gostaria de ter, paralelamente, um pequeno negócio como um franquia apenas para dar vazão ao impulso empreendedor e, é claro, aumentar os rendimentos de meus investimentos. Acho que este é o meu sonho!
Apesar do tamanho do texto achei que deveria compartilhá-lo integralmente e neste tópico já que falo a todos os colegas, ao invés de mandá-lo ao seu email, Fabrício.
Fabrício, eu gostaria de dizer que os seus textos, que carregam certo ar despretencioso e informal, na verdade em intenção são extremamente precisos e incisivos. Eles invadem e incomodam nosso cérebro e o obriga a se empenhar em construir novas sinapses pois as anteriores parecem fazer menos sentido. Isso deve se chamar “evolução” acredito…
Como disse, sou músico e geralmente estou cercado de pessoas com traços geniais, o que é próprio da música (não que eu seja gênio também, mas como muita gente em que me inspiro consigo me equiparar profissionalmente a estes colegas geniais com muito esforço mental e trabalho! – etapas que agraciadamente eles “queimaram” com seus dons…); digo isso para chegar em você: Seu empenho em escrever nos seus vários blogs, seu trabalho constante e principalmente (na minha opinião) seu foco em ser excelente no que faz me inspiram. Não apenas por sua ascensão financeira impressionante, mas pela seriedade e pela maneira orgânica que o trabalho se encaixa em sua vida me fazem rever constantemente minhas práticas diárias. Parabéns Gurú!!rsrs…
Forte abraço a todos.

Fabricio Stefani Peruzzo 02/08/2011 às 15:49

Oi Fabio,

Agradeço imensamente que compartilhes tua opinião, tua história e teus elogios aqui, publicamente.

Escrever para mim é um exercício de ordenação de idéias que uso para meu próprio benefício. As vezes as idéias são tão desconexas, que levo um tempo para torna-las no mínimo coerentes em seu relacionamento umas com as outras, mas costumo publicar mesmo assim, bagunçado, o que dá o ar despretencioso e informal que citaste. Por outro lado, tudo o que escrevo faz parte do meu crescimento pessoal, são relações entre idéias que pulam no meu cérebro e que preciso encaixar em alguns padrões, ou se não os possuo ainda, criar novos padrões de pensamento para fazê-las caber nos devidos lugares.

Do mesma maneira que me beneficio imensamente das idéias de outros que fazem o mesmo que eu, escrevendo seus pensamentos mais ou menos completos e compartilhando suas mentes, acredito que eventualmente possa ajudar outros a também se beneficiar com o que escrevo e com as experiências que vou vivendo. Assim, todos vamos andando, se possível para frente, trocando idéias naquele esquema de que quando duas pessoas trocam uma idéia uma com a outra, ambos saem com duas idéias cada um.

E não se preocupa, mais cedo ou mais tarde tu descobrirás uma forma de fazer deste teu hobby financeiro/empreendedor algo diária e compensador, pessoal e financeiramente. Tudo é construção diária.

Abração.

Aline Zwierzinski 03/08/2011 às 20:38

Como acredito que ja te falei,meu plano é concluir a faculdade de Marketing aqui em Sydney,conseguir a residencia no pais,ter um emprego “normal” e investir em acomodacao para estudantes estrangeiros.O dinheiro q irei juntar sera investido em construcao,provavelmente de lojas,em Porto Alegre.Como aqui se ganha mais e em dolar,a independencia financeira chegara daqui uns 5 anos.E durante essa caminhada estarei atenta a outras oportunidades que surgirao.E em relacao ao bom marido,já tenho um candidato,só falta “oficializar” hahaha. E assim nos aposentaremos com 26,27 anos 🙂

Fabricio Stefani Peruzzo 04/08/2011 às 01:20

Oi Aline,

Teu plano já está bem desenhado. A única coisa que faria um pouco diferente, mas isso é para quando fores iniciar os investimentos aqui, é na questão de construir lojas em Porto Alegre. Há muito melhores oportunidades na região metropolitana. E lembra sempre da D&P Investimentos Imobiliários, como explico em http://www.investimentoemimovel.com.br, principalmente contigo morando fora, para concentrar estes investimentos.

José Antonio 27/08/2011 às 00:51

Bom. Tenho 25 anos. Meus pais sempre tiveram um terreno, em São Lourenço da Mata-PE, que valia pouco devido a vizinhança ser meio precária na época, mas com o anúncio da copa para nossa cidade em um condominio bem de frente essa realidade mudou bastante. Então de uns 2 anos pra cá ele valorizou bastante. O local hj que meio é um centro comercial em desenvolvimento. E o que valia 10.000,00 hoje vale mais que 80.000,00. Proposta a qual já rejeitamos.
Então sempre quis investir num bom imovel comercial com lojas em baixo, salas no primeiro andar e algo que não sei ainda no segundo andar. Tal imóvel o qual hoje me renderia uns 4.000,00 de aluguel no total. Espero que mais daqui a uns 2 anos.
Acabei de negociar com meus 2 irmãos de eu comprar a parte deles por 20 mil cada. Numa boa.
Tenho um emprego que me paga razoavelmente bem. O bastante para pagar meus dois irmãos até metade do ano que vem. Pois hj já tenho um dinheiro salvo.
Agora é só construir quando tiver um bom dinheiro. A dúvida é: Pedreiros ou construtora? Dor de cabeça ou pagar mais caro?
Só sei que vou começar uma pós em gestão ambiental e pretendo emendar num mestrado, pois o que eu quero mesmo é ser consultor e quem sabe dar aulas em faculdade. Ser dono do meu próprio nariz. Quero me aposentar desses empregos onde tem patrão, hora pra chegar, hora pra sair, 1 hora pra almoço, atestado se precisar faltar. E pelos meus planos em 2015, no máx 2016, eu quero, se Deus permitir, estar livre disso tudo e ter minha liberdade. Trabalhar por prazer, fazendo o que gosto e com dinheiro no bolso. E sempre investindo mais.
Então depois de contruir nesse terreno, vou passar mais uns 2 anos nesse emprego, ou outro onde esteja, comprando alguns imóveis pra alugar tb. Atingir aí uns 7 mil só de aluguel. Daí se eu tiver dando aula ou consultorias eu me banco com esse dinheiro o os alugueis vou só investindo mais.

Deus me ajude!!!
A todos nós!!
Pensar grande. Vamos pensar grande!!

Fabricio Stefani Peruzzo 28/08/2011 às 22:02

Oi José Antonio,

Teu plano é bom, e já partiste para ação. No que puder te ajudar, estou a disposição. O que faria no teu caso para otimizar teus lucros seria simplesmente iniciar alguns planos de consórcio para a construção. Aguarda os sorteios enquanto estás juntando dinheiro para os lances, e quando tiveres o suficiente, começa ofertando lances fixos de 20%, depois de 30% e para as cartas que não tiverem ainda sido contempladas, lances livres. Ao mesmo tempo, investindo em várias cartas menores, tu otimizas as contemplações parciais. Apesar de não poder utiliza-las para construir, podes investir as cartas contempladas antecipadamente como explico em http://www.investimentoemimovel.com.br

No final, vais acabar construindo com um pouco do teu dinheiro, e boa parte do lucro que ele terá rendido nos investimentos utilizados até ter o capital necessário para construir.

Para adquirir os consórcios com a Megacombo e contar com meu acompanhamento e orientação ao longo de todo o investimento, basta seguir o passo a passo descrito em http://www.megacombo.com.br/como-investir

Comments on this entry are closed.

Previous post:

Next post: