Multiplicando bem-estar

by Fabricio on October 24, 2005

É com muita satisfação que anuncio o lançamento do meu novo livro: “Multiplicando Bem-Estar - Como desenvolver sua própria distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária”. Indicado para qualquer empreendedor interessado em investir de R$ 500 a R$ 10.000 na abertura de um negócio internacional, flexível e abrangente.

Multiplicando Bem-Estar será comercializado nas principais livrarias do Brasil a partir de 20 de novembro e eu ficarei muito feliz de recebê-los para um brinde na Saraiva Mega Store do Shopping Ibirapuera (São Paulo), com data a confirmar.

Como muitos de vocês sabem, minha especialidade é Vendas Diretas na modalidade de Marketing Multinível e este é o meu terceiro livro. Também sou diretor da Chance Network, consultor da DirectBiz, conselheiro da Revista VENCER! e membro do Comitê de Relações Acadêmicas da ABEVD - Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas.

Sempre me irritam as mensagens promocionais à base de SPAM, enviadas por amadores que sequer entendem do que se trata, promovendo “oportunidades” questionáveis, de uma forma abusiva e infantil. Por favor, isso nada tem a ver com essa indústria de US$ 90 bilhões no mundo, muito menos com a carreira que escolhi há 12 anos pra mim. Tem a ver, sim, com a característica humana, identificada na maioria das pessoas, de preferir buscar atalhos e acreditar em ilusões que não se sustentam, a arregaçar as mangas para construir o próprio futuro. Os empreendedores de verdade sabem separar as coisas (e por isso têm sucesso enquanto os outros fracassam).

Em nenhum negócio do mundo existe dinheiro fácil! O que sempre existe é trabalho duro e recompensa. A diferença está no tipo de recompensa que se obtém, quando o seu trabalho é bem feito.

Multiplicando Bem-Estar explica o tipo de recompensa exponencial que se pode obter através do desenvolvimento (profissional) de uma distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária. Trata-se de um passo além da franquia (com menos risco, menos investimento e maior potencial de retorno). É trabalhoso e pode levar alguns anos (de 2 a 5 é a média), mas o resultado é incomparável com qualquer outro negócio (renda residual progressiva).

Multiplicando Bem-Estar passa pela decisão de fazer algo diferente e atravessa as três fases do negócio, como Distribuidor, Qualificado e Top (quem divulga essas “promessas milagrosas” não consegue passar da condição de Distribuidor porque não entende de negócios, liderança, vendas, finanças, satisfação de clientes, imagem etc). Portanto, seja qual for o seu grau de conhecimento, encontrará dicas preciosas.

O livro se destina às pessoas que conseguem deixar o preconceito de lado e pesquisar uma fonte confiável sobre o assunto. Afinal, por trás desse incômodo causado pelos “propagadores de correntes fraudulentas”, existe uma indústria seríssima, próspera em todo o mundo, e muita gente boa ganhando rios de dinheiro. As maiores companhias de cosméticos e suplementos nutricionais do mundo escolheram esse canal de vendas porque sabem que é muito poderoso.

Estou totalmente aberto a debater sobre o assunto e ajudar a desmistificar o que vocês, formadores de opinião, conhecem sobre Marketing Multinível.

Somente com informação de qualidade conseguiremos colocar os fraudadores na cadeia e acabar com essa ilusão de dinheiro fácil sem sair de casa.

Um grande abraço,

–Sergio Buaiz

http://www.chance.com.br/mbe

SERGIO BUAIZ - Publicitário, escritor, consultor e conferencista. Diretor da Chance Network, conselheiro da Revista VENCER!, autor dos livros “Multiplicando Bem-Estar”, “Pai-Líder” e “A Fórmula da Liderança”.

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Tolo?

by Fabricio on October 24, 2005

Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia…Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas - uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

“Eu sei” - respondeu o não tão tolo assim - “ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Podemos tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. A primeira: quem parece idiota, nem sempre é. Dito em forma de pergunta: Quais eram os verdadeiros tolos da história? Outra: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda. Mas a conclusão mais interessante, a meu ver, é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.

Autor Desconhecido

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Por: Ademar Rodrigues

17/10/05 - 18h05

InfoMoney

SÃO PAULO - Enfim você irá realizar a compra da sua casa própria, mas aí surge uma dúvida muito comum: devo adquirir um imóvel pronto ou na planta?

Se você tem pressa em mudar, a primeira opção é a melhor. Agora, para aqueles que podem programar a compra com mais calma, os imóveis ainda em construção apresentam vantagens interessantes.

Preços podem apresentar variação

Segundo estimativa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), o preço dos imóveis na planta pode ficar de 20% a 30% mais barato quando comparado aos imóveis já prontos. Se o pagamento for à vista então, o desconto pode ser ainda maior, podendo chegar a 40%, uma grande vantagem em termos financeiros, já que nesta fase os gastos para montar o imóvel são relativamente altos.

De acordo com o Secovi esta variação no preço tem explicação: quem compra um imóvel na planta começa a pagar prestações corrigidas pela variação do Índice Nacional de Construção Civil (INCC), que geralmente é mais baixo que o índice de inflação cheio.

Quanto mais atenção, melhor

Ao escolher um imóvel é preciso lembrar que quanto mais alto o andar escolhido, maior é o seu valor. A localização do apartamento dentro do condomínio (se de frente ou de fundo) também influencia no seu preço. Estes pontos podem parecer banais em um primeiro momento, mas farão a diferença se você decidir vender o imóvel no futuro.

Mesmo que o tamanho das unidades seja o mesmo, preste atenção à planta do imóvel que você está pensando em comprar, pois esta costuma ser diferenciada dependendo da construção.

No que se refere aos cuidados que deverá ter, preste atenção também quanto à descrição dos serviços prestados e dos materiais utilizados na construção do imóvel para não ter surpresas no futuro e pagar por aquilo que não foi realizado.

Para ter a certeza de que está fazendo um bom negócio, recomenda-se visitar outras obras da construtora, e procure se certificar junto às associações e sindicatos se ela está devidamente registrada.

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O tamanho das pessoas

by Fabricio on October 24, 2005

(Shakespeare)

“Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.

Ela é enorme para você, quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado.

É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duaspessoas: A amizade, o respeito, o carinho, o zelo e até mesmo o amor.

Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você.

É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.

Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.

Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.

Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.

Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de Ações e Reações, de Expectativas e Frustrações.

Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.

O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande…

É a sua sensibilidade sem tamanho…”

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10 mandamentos da boa gestão empresarial

by Fabricio on October 24, 2005

Uma pequena contribuição sobre gestão empresarial. Pode parecer simplório, mas é basicamente com estas 10 regrinhas que empresas como AmBev e ALL são campeãs na geração de riqueza para seus acionistas (Jorge Paulo Lemman, dono delas, que o diga. Não é à toa que ele é um dos homens mais ricos do mundo com seus 2,6 bi de dólares).

Analise cada uma delas e as imagine funcionando em sua empresa:

1 - O verdadeiro critério da boa qualidade é a preferência do consumidor por nossa organização;

2 - É necessário gerenciar as organizações para obter tal preferência;

3 - Só se gerencia o que se mede;

4 - Gerenciar é atingir metas (objetivo gerencial + valor + prazo);

5 - Com medições pode-se comparar o quanto se faz (real) com o quanto se deve fazer (meta);

6 - Problema é um resultado indesejado (real diferente da meta);

7 - Para atingir metas é necessário resolver problemas;

8 - Para resolver problemas é necessário método;

9 - Você pode usar vários métodos para resolver problemas, como o terorema de Chutágoras ou os Cálculos Hipotéticos Usando Técnicas Estatísticas (CHUTE). No entanto o método científico de resolver problemas é o PDCA (Planejar, executar (DO), Checar e Agir, ou em bom português: “Problemas Devem Cientificamente Acabar”);

10 - Ninguém sabe sempre a solução de todos os problemas. Por isso antes de querer se mostrar como o sabe-tudo na reunião, baseie seu discurso em fatos e dados (medições).

Parece simples demais pra ser verdade. Mas há mais sabedoria nestas regras do que eu consigo colocar neste texto. Foi seguindo estas idéias que o Japão saiu de país destruído na segunda guerra a potência mundial. É baseada nestes valores que a AmBev já impôs seu modo de gerenciar negócios à Interbrew. É seguindo estas regras que a Toyota é a montadora mais rentável do mundo. É rezando esta missa que a Gerdau não para de crescer no mundo. É com estas crenças que Aécio Neves está dando um show de administração pública em Minas Gerais, eliminando um déficit público de R$6,2 bilhões anuais em apenas dois anos de mandato (imagine se ele vier a ser presidente do Brasil e fizer o mesmo no governo federal!). E por aí vai.

Sucesso e bons negócios.

Helder Barboza

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O rico mercado dos pobres

by Fabricio on October 24, 2005

C. K. Prahalad, professor de Estratégia Corporativa na Escola de Negócios da Universidade de Michigan, vem trabalhando, nos últimos anos, numa tese de que o mercado dos pobres deve ser explorado para o bem da humanidade. O seu mais novo livro, “The Fortune in the Bottom of the Pyramid: Eradicating Poverty through Profits”, indica que não somente as empresas podem fazer dinheiro vendendo aos pobres, “mas devem sentir-se obrigadas a empreender tal esforço para diminuir a distância entre países ricos e pobres.” Prahalad vê nos pobres um mercado potencial de 4 bilhões de pessoas que poderão ser 6 bilhões nos próximos 40 anos.

Sua tese se baseia na realidade de que, tomados em seu conjunto, nações em desenvolvimento, como China, Índia, Brasil, México, Rússia, Indonésia, Turquia, África do Sul e Tailândia, têm mais PIB, em Paridade de Poder de Compra, (Purchasing Power Parity) que o Japão, a Alemanha, a França, o Reino Unido e a Itália. A base da pirâmide para Prahalad é a maior oportunidade de mercado na história do comércio mundial.

Um ponto central do livro é que o esforço para ajudar os mais pobres pode revelar-se um sucesso em diferentes países e em diferentes setores da economia. Constituem uma exceção os países cujo sistema jurídico seja muito precário como Somália e o Congo, por exemplo, e os que têm apenas e tão somente indústrias mais básicas, como as de extração.

O lucro, diz o autor não é o único objetivo para as empresas atuarem mais firmemente nos mercados pobres. A criação de empregos, a luta contra a exclusão social, a atuação para melhorar o caos político, o terrorismo e a degradação ambiental, são motivos suficientes para uma empresa agir nessas regiões. Essas condições geram instabilidade e violência que afetam os países de primeiro mundo e os próprios ricos.

A estratégia para trabalhar nesses mercados, ressalta o Prof. Prahalad, não é simples. Talvez esta seja uma das maiores razões pelas quais as grandes empresas não tentaram colocar seus produtos para as grandes massas das pessoas pobres. Quem é pobre geralmente vive em zonas rurais e faz parte de uma economia informal, o que exige uma estratégia e uma abordagem de mercado totalmente diferente da utilizada em mercados convencionais urbanos.

No livro ele dá alguns exemplos: Em Bangladesh, algumas empresas fazem um bom negócio alugando telefones celulares por minuto. Em Kerala, Índia, imagens de satélite dos cardumes são descarregadas em PCs nas cidades, lidas e interpretadas por mulheres que indicam seguidamente aos seus cônjuges onde pescar. Por seu lado, os homens, após um dia de pesca, utilizam os seus telefones celulares para rever os preços de vários portos da costa e obter a melhor oferta pela sua mercadoria.

Para Prahalad, estes exemplos são provas que há soluções de mercado para o problema da pobreza. A tarefa para as grandes empresas, diz ele, é romper com a lógica dominante que vê os pobres do mundo como uma distorção que deve ser corrigida por governos e apoiada por organizações sem fins lucrativos.

O resultado do esforço em atender esse “novo mercado”, não somente será rentável para grandes empresas e consumidores, mas poderia também ser uma grande solução para os sérios problemas políticos e ambientais dos países em desenvolvimento e do mundo moderno.

Há alguns exemplos de empresas que têm um enorme sucesso no mercado de pessoas de baixa renda. Administradoras de cartões de crédito que tiram do pobre a angústia e o constrangimento de ter que fazer cadastro em todas as lojas. Bancos que fazem pequenos empréstimos que resolvem problemas pontuais simples para uma família de baixa renda. Lojas e centros comerciais voltados exclusivamente a produtos populares que atendem a uma demanda concreta por produtos com características mais simples e com boa qualidade. Agências de viagem especializadas em turismo para pessoas de baixa renda. São inúmeros os exemplos de empresários que descobriram formas de empresariar levando em consideração as necessidades concretas do mercado dos pobres. Muitos chamarão esses empresários de exploradores de pobres. Mas a verdade é que se eles não existissem os pobres continuariam relegados à marginalidade do mercado.

E todas as pesquisas provam que o pobre paga suas contas em dia. Quem não paga é a classe média e alta. O pobre dá um extremo valor ao seu crédito e ao seu nome, um dos ou senão o seu maior e único patrimônio.

–Prof. Marins

Pense nisso. Sucesso!

Publicado em 03/07/2005

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